Com a participação da escritora Luísa Ramos
sexta-feira, 8 de maio de 2020
segunda-feira, 2 de março de 2020
"O Momento Certo" - Livro (vídeo)
Vídeo do lançamento do livro "O Momento Certo"
29 Fevereiro 2020
Espaço Zeno - Casino Estoril
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
sábado, 15 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
sábado, 18 de janeiro de 2020
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
Triangulações
rodopiam triângulos acesos na seiva dos dias
rastilhos de fogo contido no saber das horas
chamas moldadas como esculturas sem tempo
esquecidas no sobressalto das noites etéreas
onde reencontramos as sombras esvoaçantes
de velhas aves sem asas em voos suplicantes
rastilhos de fogo contido no saber das horas
chamas moldadas como esculturas sem tempo
esquecidas no sobressalto das noites etéreas
onde reencontramos as sombras esvoaçantes
de velhas aves sem asas em voos suplicantes
somos esferas libertas na alegria do amor
que guardam as margens dum rio maior
duma casa abrigada no segredo da estrada
feita gruta encantada na claridade da pele
onde reescrevemos as histórias triangulares
entre sorrisos abertos de vidas milenares
que guardam as margens dum rio maior
duma casa abrigada no segredo da estrada
feita gruta encantada na claridade da pele
onde reescrevemos as histórias triangulares
entre sorrisos abertos de vidas milenares
permanecemos atentos à profecia temporal
da ascendência onde quebramos mistérios
dos vitrais de luz erguidos entre catedrais
iniciática transparência do oculto revelado
nas triangulações das águas deste amar
e na dualidade da venda que rasga o olhar
da ascendência onde quebramos mistérios
dos vitrais de luz erguidos entre catedrais
iniciática transparência do oculto revelado
nas triangulações das águas deste amar
e na dualidade da venda que rasga o olhar
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
Ondulantes
Desenho nos contornos da paz
Um tempo lapidado de saberes
Ondulantes na transparência oculta
Dos mares triangulares de sentires
Onde permaneço na luz silenciada
Da água suspensa e marginada
Reescrevo nas linhas cruzadas
A intemporalidade dos instantes
Ondulantes na memória da água
Revigorada no saber da verdade
Lida nos poros da espuma do mar
E nos detalhes do Sol ao madrugar
Conheço o desenho perfilado
Das areias do deserto encalhado
Ondulantes como pétalas soltas
No olhar que despe a madrugada
E acende manhãs enluaradas
Numa dança de Luas revisitadas
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
terça-feira, 24 de setembro de 2019
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
As palavras ditas por ti
As palavras ditas por ti
trazem o travo palpável
duma noite caligrafada
entre dedos oblíquos
da tua voz outorgada
As palavras ditas por ti
são pérolas inquietas
entre danças perfumadas
que povoam os mistérios
alcançados nas madrugadas
As palavras ditas por ti
abarcam um oceano
imenso na inocência
do poeta sem rosto
respirado em confluência
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
terça-feira, 16 de julho de 2019
Dedilho nas cordas da tua voz
Dedilho nas cordas da tua voz
Os laços que nos laçam
Numa luz imponderável
Racionalizada no coração
Vida que flui sem intenção
Os laços que nos laçam
Numa luz imponderável
Racionalizada no coração
Vida que flui sem intenção
Dedilho nas cordas da tua voz
Um poema feito poesia
Do amor que não revelamos
Mas sabemos existir
Num haver de sentir
Um poema feito poesia
Do amor que não revelamos
Mas sabemos existir
Num haver de sentir
Dedilho nas cordas da tua voz
Uma guitarra que clama
Os primórdios deste tempo
Atípico, num palco existencialista
Deste presente (ainda) revivalista
Uma guitarra que clama
Os primórdios deste tempo
Atípico, num palco existencialista
Deste presente (ainda) revivalista
Dedilho nas cordas da tua voz
A música do olhar revelador
A prosa fundida sem memória
E na pele há um som que emana
E pulsa no sangue que não engana
A música do olhar revelador
A prosa fundida sem memória
E na pele há um som que emana
E pulsa no sangue que não engana
Dedilho nas cordas da tua voz
As estruturas onde ainda vives
Engenharias de velhas arquitecturas
Desenhadas numa tela sem cor
E toco a tua alma sem dor
As estruturas onde ainda vives
Engenharias de velhas arquitecturas
Desenhadas numa tela sem cor
E toco a tua alma sem dor
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
terça-feira, 2 de julho de 2019
Fusão
No toque alquímico da tua pele escorrem desertos sedentos de água
aves aquáticas pulsam no teu coração
entre plumagens que encantam uma Lua ainda algemada
alma gémea dum Mar reconhecido
Luz duma outra cidade abandonada na sua própria ascensão
Ergues na espuma das águas um templo branco
solo sagrado dum olhar que brota no canto dos pássaros
lentamente, a Lua reconhece o seu “Karma”
num desafio espelhado no desfiladeiro da sua própria desintegração
como um abrir do “Dharma de Lótus”
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
sexta-feira, 19 de abril de 2019
É de seda este rio que aflora
É de seda este rio que aflora
a pele transparente
o rosto sereno
o tempo vidente
dum verbo conjugado
no presente, sem futuro
inconsequente vislumbre
dos momentos de paz
em que aquietamos
a (in)quietude da horas
das tuas mãos nas minhas
a (in)fluência das águas
profundas do olhar
reconhecidas ao chegar
à velha praia do verbo amar
e, assim conjugamos
a pele confidente
o rosto pleno
o tempo ausente
É de seda este rio que aflora
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
é de paz este amor
é de paz este amor
sem tempo, sem espaço
mas com a memória
oculta de outras eras
do tempo indeterminado
do espaço fustigado
é de paz este amor
sem dramas, sem pressas
mas com a verdade
misteriosa de outras eras
do tempo aprendiz
do espaço sem raiz
é de paz este amor
sem dependências, sem urgências
mas com a plenitude
abrangente do mesmo abraço
do tempo demorado
do espaço reencontrado
in, “ O Momento Certo “ ( a publicar ) © Cristina Fernandes foto: Cristina Fernandes
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
Reencontro
Decifro no mapa da tua pele
Os regressos inesperados
Os percursos ladeados
De templos revisitados
Aguardo o sabor do saber
De (e)ternos luares religados
Entre promontórios fustigados
Por sentires nunca tocados
Regresso à praia iniciática
Da tua voz magistral
Da essência primordial
Enigma decifrado - ancestral
Revejo-me no cristal depurado
Em forma de concha transparente
Alquimia solar - sonho ardente
Deste amor Uno e confluente
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
É no silêncio que guardo
É no silêncio que guardo
a nossa música encantada
memória do tempo ajustado
à liberdade ainda fustigada
a nossa música encantada
memória do tempo ajustado
à liberdade ainda fustigada
É no silêncio que guardo
as palavras feitas poema
inquietas na imensidão
do mar em sal sem chão
as palavras feitas poema
inquietas na imensidão
do mar em sal sem chão
É no silêncio que guardo
o cofre aceso da paixão
pérolas de fogo purificado
no sorriso, hoje sublinhado
o cofre aceso da paixão
pérolas de fogo purificado
no sorriso, hoje sublinhado
É no silêncio que guardo
este cântico feito melodia
memorial onde resguardo
a paz quente da harmonia
este cântico feito melodia
memorial onde resguardo
a paz quente da harmonia
É no silêncio que guardo
as âncoras do velho mar
aprisionado na liberdade
deste amor sem idade…
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Tens na voz
Tens na voz
A ocultação das marés
Inquietas na paz
Serenas nos temporais
De outros tempos, memoriais
A ocultação das marés
Inquietas na paz
Serenas nos temporais
De outros tempos, memoriais
Tens na voz
A revisitação dos Deuses
Sábios de sentires
De luas solares
De sóis lunares
A revisitação dos Deuses
Sábios de sentires
De luas solares
De sóis lunares
Tens na voz
A revelação dum segredo
Onde ainda guardo o tempo
Inconfessado na dor
Reencontrado no amor
A revelação dum segredo
Onde ainda guardo o tempo
Inconfessado na dor
Reencontrado no amor
Tens na voz
A maturidade da água
O coração do fogo
Purificado nos desertos
Entre mil mares incertos
A maturidade da água
O coração do fogo
Purificado nos desertos
Entre mil mares incertos
in, “ O Momento Certo “
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
( a publicar )
© Cristina Fernandes
foto: Cristina Fernandes
terça-feira, 20 de março de 2018
[sem]Equívocos
Revista [sem] Equívocos
Um projecto editorial que colaboro desde Janeiro 2017.
https://www.facebook.com/revistasemequivocos/


terça-feira, 30 de janeiro de 2018
"Fragmentos de um (só) tempo..."
Com muita pena minha não será possível estar presente no próximo dia 3 de Fevereiro no Museu Municipal da Lousã, para a exposição de fotografia "Fragmentos de um (só) tempo..." do excelente fotógrafo Joao Almeida.
Aqui fica um pequeno texto que escrevi para essa exposição:
Fragmentos de um (só ) Tempo
João Almeida nasceu em 1972, numa pequena aldeia do concelho de Coimbra, tendo desde cedo uma paixão: a fotografia. Actualmente reside na Lousã, vila inspiradora pela sua proximidade à serra, às aldeias tradicionais de xisto, às texturas e cheiros que a natureza imprime, moldando assim a liberdade de cada imagem fotografada.
Nesta exposição “Fragmentos de um (só) Tempo”, retracta a respiração intemporal dos ritmos da natureza, dos olhares que perscrutam o saber ancestral da vida, entre a flora e fauna, a fotografia acontece como um momento raro de magia. Uma dança de imagens entre viados e esquilos transporta-nos para o universo do sonho por acontecer de outros tempos. São os sussurros imperceptíveis da fauna, da flora que magistralmente encenam um bailado de encantar no cerne da natureza.
Assim, lapida as formas da imagem, os fragmentos intemporais dum só tempo, momento em que o click fotográfico congela eternamente, a ternura do olhar. Nesse deambular imperceptível das formas, a lente sempre atenta, regista segredos de olhares profundos das terras de xisto, onde as pedras têm segredos por contar, e as gentes raízes profundas de saberes antepassados.
Nesse lastro fragmentado de memórias, cresce um tempo sussurrante, onde se condensam segredos na lente do autor, um saber intuitivo ao captar momentos de rara beleza.
Entre as brumas envolventes das pateiras, crescem ecos flutuantes, filamentos soltos que a memória integra na arcada do tempo, na luz que alonga a possibilidade do sonho, redescoberto a cada instante. Nas neblinas quase líquidas crescem formas de libertação da alma, na eloquência da inocência, na sacralidade das brumas, onde se redefinem imagens povoadas de gotas soltas na memória dos tempos, entre o divagar do barqueiro que acende madrugas.
Em cada rosto há um portal para uma nova (re)descoberta, de olhares que contam histórias no silêncio de cada imagem... na (in)temporalidade de cada fragmento, de cada momento... de um só Tempo.
Nesta exposição “Fragmentos de um (só) Tempo”, retracta a respiração intemporal dos ritmos da natureza, dos olhares que perscrutam o saber ancestral da vida, entre a flora e fauna, a fotografia acontece como um momento raro de magia. Uma dança de imagens entre viados e esquilos transporta-nos para o universo do sonho por acontecer de outros tempos. São os sussurros imperceptíveis da fauna, da flora que magistralmente encenam um bailado de encantar no cerne da natureza.
Assim, lapida as formas da imagem, os fragmentos intemporais dum só tempo, momento em que o click fotográfico congela eternamente, a ternura do olhar. Nesse deambular imperceptível das formas, a lente sempre atenta, regista segredos de olhares profundos das terras de xisto, onde as pedras têm segredos por contar, e as gentes raízes profundas de saberes antepassados.
Nesse lastro fragmentado de memórias, cresce um tempo sussurrante, onde se condensam segredos na lente do autor, um saber intuitivo ao captar momentos de rara beleza.
Entre as brumas envolventes das pateiras, crescem ecos flutuantes, filamentos soltos que a memória integra na arcada do tempo, na luz que alonga a possibilidade do sonho, redescoberto a cada instante. Nas neblinas quase líquidas crescem formas de libertação da alma, na eloquência da inocência, na sacralidade das brumas, onde se redefinem imagens povoadas de gotas soltas na memória dos tempos, entre o divagar do barqueiro que acende madrugas.
Em cada rosto há um portal para uma nova (re)descoberta, de olhares que contam histórias no silêncio de cada imagem... na (in)temporalidade de cada fragmento, de cada momento... de um só Tempo.
© Cristina Fernandes
Janeiro, 2018
Janeiro, 2018
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Conversas com o Principezinho
"Conversas com o Principezinho" foi um projecto no qual colaborei em 2016 e 2017, com diversas actuações em várias salas ao longo do pais, sempre esgotadas. Aqui fica um pequeno registo da entrevista em directo na TV em Outubro 2017.
Um 2018 cheio de ARTE!!
https://www.facebook.com/ManhasnaTV/videos/4709799266049https://www.facebook.com/ManhasnaTV/videos/470979926604968/68/
https://www.facebook.com/ManhasnaTV/videos/4709799266049https://www.facebook.com/ManhasnaTV/videos/470979926604968/68/
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
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