sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Natal 1968



A crueldade existe definitivamente. Esta foi a semana que estive muito perto de matar alguém, pois alguém ultrapassou todos os limites, da sua própria devastação mental. As palavras encalham em tamanha monstruosidade…

Mas, existe sempre o outro lado, o lado dos meus momentos de felicidade, e este Natal tive muitos, junto de quem amo e de quem me ama, longe, muito longe do Deus da Crueldade…
a verdade nunca se engana, pois é perfeita...

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Pedra de Doçura

Cada poema de Natal
é uma pedra de doçura
guardada na mente duma criança.

Tudo o mais
- as palavras e os punhais –
perde-se na esperança.

José António Gonçalves, in “Lembro-me desses Natais” [2000]


Foto 1: No Douro...
Foto 2: Natal de 1968: eu e o meu pai. Passados 40 anos continuamos iguais...

2 comentários:

Anónimo disse...

Demorei tempo a perceber onde estava, pensei que era mais uma boneca! Um Bom ano!
Abraço
António Coelho

maicher disse...

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