quinta-feira, 20 de março de 2008

Alvorada da Cobardia


O teu amor está blindado
Contra o perfume do perigo
Que se infiltra na terra
Do teu próprio inimigo

No jardim nascem granadas
Tristes pérolas em movimento
Imperatrizes abandonadas
De flores no esquecimento

Agitas a guerra já morta
Com as armas da cobardia
Recalcas a autenticidade
E soltas a mentira vadia

O gelo das tuas lágrimas
Funde-se ao anoitecer
Mas o soar da alvorada
Não deixa o sonho acontecer

Chris (1987)

2 comentários:

Joao disse...

Então miúda, ainda estás viva?
Boa Páscoa
Joao

Anónimo disse...

Andas a desenterrar o passado?
Aparece em Cascais, aqui estás em segurança.
Gabi