sábado, 25 de agosto de 2007

Olhas-me


Olhas-me,
tua dúvida, minha certeza
deste azul, quase turquesa

és a tua própria cruzada
timoneiro à solta
sem pose estudada,
que busca a liberdade
não o esquecimento celebrado,
mas o tempo certo encontrado

sigo-te, prisioneiro
na tua arte em cativeiro
voz e luz de farol
crias
descrias e
recrias
luas sem Sol

integro-te e tu libertas-me


Chris

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